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    A semente

     

     

    Nossos Olhos

    (Desconheço o Autor)

     

    Nossos olhos são seletivos, nós "focalizamos" o que
    queremos ver e deixamos de ver o restante.
    Escolha focalizar o lado melhor, mais bonito, mais vibrante
    das coisas, assim como um girassol escolhe sempre estar
    virado para o sol!
    Você já reparou como é fácil ficar baixo astral?
    Baixo astral porque está chovendo, porque tem conta a
    pagar, porque não tem exatamente o dinheiro ou a
    aparência que gostaria de ter, porque ainda não encontrou
    o amor da sua vida, porque a pessoa que você quer e não
    te quer, porque...
    É claro que tem hora que a gente não está bem.
    Mas a nossa atitude deveria ser a de uma antena que tenta,
    ao máximo possível, pegar o lado bom da vida.
    Na natureza, nós temos uma antena que é assim: o girassol.
    O girassol se volta para onde o sol estiver.
    Mesmo que o sol esteja escondido atrás de uma nuvem.
    Nós temos de aprender a realçar o que de bom recebemos.
    Aprender a ampliar pequenos gestos positivos e transformá-los

     em grandes acontecimentos.
    Temos de treinar para ser girassol, que busca o sol, a
    vitalidade, a força, a beleza.
    Por que só nos preparamos para as viagens, e não para a
    vida, que é uma viagem?
    Apreciar o amor que alguém em um determinado momento
    dirige a você.
    Apreciar um sorriso luminoso de alegria de alguém que você
    gosta.
    Apreciar uma palavra amiga, que vem soar reconfortante,
    reanimadora.
    Apreciar a festa, a alegria, o sorriso.
    E se o mau humor voltar que a volte também a lembrança
    dos girassóis.
    Selecione o melhor deste mundo, valorize tudo o que de
    bonito e bom haja nele e retenha isto dentro de você.
    É este o segredo de uma vida melhor."

     

     

     

    Aqui estou

     

    Bom dia Amigos Para Sempre!

    Aqui Estou...

    Quando em certos dias te sentes sozinho e necessitas de uma mão amiga....

    Aqui estou, toma a minha.

    Quando uma lágrima escorre e não encontras um lenço para enxugá-la...

    Aqui estou, toma o meu.

      Quando te sentes um NADA e não sabes como sorrir...

    Aqui estou, toma meu riso.

    Quando a distância de todos te faz sentir um vazio...

    Aqui estou perto de ti.

      Quando te encontras sem força para enfrentar cada um de teus dias...

    E quando não queres falar porque as palavras fugiram de ti…

    Aqui estou sou silêncio.

    Quando somente necessitas que alguém se sente a teu lado

    Aqui estou, sou companhia

    Quando o frio te invade e necessitas calor em teus ombros...

    Aqui estou, toma meu abraço.

    Quando queres chorar sem dizer nada porque a dor te impede....

    Aqui estou, sou teu porto seguro.

    Aqui estou, faça-me feliz.

    Quando queres espalhar alegria porque és feliz...

    Não olhes meus defeitos,

    Não olhes minhas inúmeras fraquezas

    Toma o que necessitas de mim…

    Aqui estou, sou teu amigo.

    (Desconheço o Autor)

    Uma carta de amor

     

    UMA CARTA DE AMOR...

    (Desconheço o Autor)

      Em uma noite qualquer, em um hospital qualquer,

    Célia, que aguardava ansiosa, notícias de seu filho Joel,

    pulou da cadeira quando viu o cirurgião chegar e perguntou:

     "Como está meu filho? Ele vai ficar bem?"

    O cirurgião disse:

    "Sinto muito, fizemos tudo o que estava ao nosso alcance,

    mas não pudemos evitar."

    Célia então falou: "Por que as crianças têm câncer?

    Será que Deus não se preocupa com elas?

    Onde estava Deus quando meu filho precisou dele?"

    O cirurgião disse:

    A enfermeira sairá para lhe deixar uns minutos com o corpo de seu filho

    antes de o levarem para a Universidade.

    Mas Célia preferiu que a enfermeira a acompanhasse

    enquanto se despedia de seu filho querido.

    Acariciou a sua cabeça e, então,

     a enfermeira perguntou se ela queria guardar alguns fios de seu cabelo.

    Célia aceitou.

    A enfermeira cortou uma mecha,

    colocou em uma bolsinha de plástico e entregou a Célia.

    Aí Célia explicou à enfermeira:

    "Foi idéia de Joel doar o corpo à Universidade para ser estudado.

     Disse que poderia ser útil a alguém. Era o que ele desejava.

    Eu, a princípio, me neguei, mas ele me disse:

    - Mamãe, eu não o usarei depois que morrer,

    e talvez ajude uma criança a desfrutar de um dia mais ao lado de sua Mãe.

    Meu Joel tinha um coração de ouro, sempre pensava nos outros

    e desejava ajudá-los como pudesse.

    Aí, então, Célia saiu do Hospital Infantil pela última vez,

    depois de ter permanecido por lá nos últimos seis meses.

    Colocou a bolsa com os pertences de Joel no assento do carro, junto a ela.

    Foi difícil dirigir de volta para casa, e mais difícil ainda foi entrar na casa vazia.

    Levou a bolsa ao quarto de Joel e arrumou os carrinhos em miniatura

    e todas as demais coisas como ele gostava. 

    Sentou na cama de Joel e chorou até dormir, abraçando o pequeno travesseiro dele.

    Acordou cerca de meia-noite.

    Junto a ela, havia uma folha de papel dobrada.

    Célia abriu e era uma carta que dizia:

    Querida Mamãe,

    Sei que você deve sentir minha falta,

    mas não pense que eu a esqueci ou que deixei de amá-la só porque não estou aí

    para dizer que LHE AMO.

    Pensarei em você cada dia mamãe e cada dia a amarei ainda mais.

    Algum dia voltaremos a nos ver.

    Se você quiser adotar um menino para que não fique tão sozinha,

    ele poderá ficar no meu quarto e brincar com todas as minhas coisas.

    Se quiser uma menina, provavelmente ela não gostará das mesmas coisas

    que os meninos gostam, portanto a senhora terá que comprar bonecas

    e outros brinquedos de meninas.

    Nesse caso a senhora poderá doar as minhas coisas para outro menino.

    Não fique triste quando pensar em mim; estou num lugar grandioso.

    Meus avós vieram me receber quando cheguei.

    Mostraram-me um pouco daqui deste maravilhoso lugar,

    mas levarei muito tempo para ver tudo.

    Os anjos são muito amigos e me encanta vê-los voar.

    Jesus não se parece com as imagens que vi dEle,

    mas soube que era Ele assim que O vi.

    Jesus me levou para ver Deus!!

    E acredite, mamãe!

    Sentei-me no colo d´Ele e falei com Ele como se eu fosse alguém importante.

    Eu disse a Deus que queria lhe escrever uma carta,

    para me despedir e acalmá-la, mesmo sabendo que não era permitido.

    Deus me deu papel e Sua caneta pessoal para que eu pudesse escrever esta carta.

    Acho que se chama Gabriel o anjo que a deixará cair para você.

    Deus me disse para responder o que você perguntou:

    "Onde estava Ele quando eu precisei?

    " Deus disse: "No mesmo lugar de quando Jesus estava na cruz.

    Estava justo aí, como Deus sempre está com todos os seus filhos.
    Esta noite estarei à mesa com Jesus para o jantar.

    Sei que a comida será fabulosa.

    Ah! quase me esqueci de dizer...

    Não sinto mais nenhuma dor, o câncer foi embora.

    Estou feliz porque eu já não conseguia mais suportar tanta dor e,

    como Deus não me podia ver sofrendo daquela maneira,

    enviou o Anjo da Misericórdia para me levar.

    O Anjo me disse que eu era uma entrega especial,

    foi como cheguei aqui.

    Assinado com Amor:

    “Deus, Jesus e eu.”

      

     

    A bengala da vida

    Em tarde de muito sol, pude observar:

     

    Um pai passeava no parque com sua filhinha.

    Depois de terem percorrido um bom pedaço, a garotinha cansou, sentou-se no chão e com cara de choro disse que não podia mais continuar andando.

    E o pai, o que fez ?

    Pegou sua bengala, amarrou o lenço próximo do cabo, cobriu o cabo com o boné e deu a ela, dizendo:

    "Tome filhinha, aqui está um cavalinho para você.

    É só montar nele que você chega onde quiser, sem se cansar".

    E a criança, que se dizia cansada, levantou-se rapidamente com os olhos brilhando e desatou a correr, alegre, feliz com a nova aventura, montada no cavalinho... de suas próprias pernas.

    Nós, às vezes, também precisamos de cavalos-de-pau, como esse que o pai deu à sua filha, para conseguirmos continuar a caminhada com novo ânimo.

    Caso contrário podemos sucumbir ao cansaço espiritual, mental e físico, num sofrimento cheio de tristeza e desânimo.

    Às vezes eles vêm na forma de um toque, uma palavra, um conselho, um elogio, um abraço, um sorriso...

    Fiquem com Deus tenham um lindo dia Abraços sinceros!